Gateway de pagamento: o que é e como funciona
Gateway é a camada que leva a tentativa de pagamento do seu checkout até quem autoriza a transação, e traz a resposta de volta. A DigDin faz esse caminho para produto digital: Pix, cartão e boleto, com Pix e boleto liberados no dia útil seguinte e cartão em D+15 corridos.
O caminho de um pagamento, em ordem
- Checkout. A tela onde o comprador escolhe como pagar e envia os dados.
- Gateway. Recebe esses dados com segurança, aplica antifraude e envia para processamento no formato que cada meio de pagamento exige.
- Adquirente ou arranjo de pagamento. No cartão, a credenciadora fala com a bandeira e com o banco emissor. No Pix, a instituição financeira participante do arranjo faz a liquidação entre as contas.
- Autorização. Aprova ou recusa em segundos. É o que muda o status do pedido e dispara o webhook.
- Liquidação e repasse. O dinheiro é liquidado e, no prazo contratado, vira saldo sacável. Na DigDin, D+1 útil no Pix e no boleto, D+15 corridos no cartão.
Gateway, subadquirente e plataforma: a diferença prática
Gateway é a camada técnica de comunicação e segurança. Sozinho, ele não resolve recebimento: você ainda precisa de conta em uma adquirente e de alguém para fazer o rateio.
Subadquirente é quem agrega vários vendedores sob uma estrutura só, liquida e repassa. É o que permite começar a vender sem abrir contrato direto com credenciadora.
Plataforma de infoproduto junta as duas coisas com o que a operação digital pede: checkout de conversão, split entre coprodutor e afiliado, order bump, assinatura, área de membros e painel financeiro. É onde a DigDin opera — por isso a resposta para “preciso integrar outro gateway?” é não.
O que olhar ao escolher
- Custo total, não só o percentual. Percentual mais valor fixo, no seu ticket. A DigDin cobra 4,9% + R$ 1,00 por transação aprovada — o menor custo total no cartão entre as principais plataformas de infoproduto na comparação de 14 de agosto de 2026. No Pix, a Cakto cobra 0% + R$ 2,49 e sai mais barata; a tabela comparativa mostra as duas leituras.
- Prazo de repasse. D+15 contra D+30 é o dobro de velocidade no giro de caixa. Detalhe em prazo de recebimento.
- Reserva de segurança. Um bloqueio de 20% por 60 dias pesa mais que um ponto percentual de taxa. Veja reserva de segurança.
- Segurança e estabilidade. Dados de cartão em ambiente com padrão captura tokenizada em ambiente PCI DSS Level 1, antifraude por transação, e capacidade para pico de lançamento sem fila.
- Split na origem. Coprodutor e afiliado recebendo na mesma liquidação, sem conciliação manual depois.
Como a DigDin funciona
A DigDin é a plataforma e o gateway na mesma casa: o checkout é dela, o processamento roda em infraestrutura Pagar.me e o rateio é definido na venda, não na conciliação. O produtor configura o produto e as regras de split; a cada venda aprovada, a taxa de 4,9% + R$ 1,00 é o único valor que sai, e o restante é distribuído conforme as regras. O saldo do Pix e do boleto fica sacável já no dia útil seguinte, e o do cartão em D+15 corridos, a partir de R$ 20,00.
Pix, cartão de crédito (inclusive dois cartões na mesma compra) e boleto. Sem mensalidade, sem taxa de adesão e sem cobrança por split.
Leia também
- Prazo de recebimento: quando o dinheiro cai na contaPor que o mercado convive com D+15, D+30 e D+60 ao mesmo tempo — e por que não existe norma do Banco Central obrigando nenhum deles.
- Reserva de segurança: a retenção que não aparece na tabela de taxaQuanto cada plataforma retém, por quanto tempo, e como essa parcela muda o custo real da sua operação mesmo quando a taxa anunciada é baixa.
- Chargeback em infoproduto: o que é, quanto custa e o que suspende a sua contaO comprador contesta a compra no banco e o valor sai da sua conta antes de qualquer conversa. Como funciona o prazo de defesa, o que serve de prova e por que taxa alta de contestação derruba conta.
- MED: por que “Pix não tem chargeback” deixou de ser verdadeO Mecanismo Especial de Devolução deixa o banco bloquear e devolver um Pix depois de recebido. Quem vende curso precisa saber em que casos isso alcança a venda e o que fazer quando alcança.
- Pix Automático para assinatura: o que muda para quem vende curso por recorrênciaDébito recorrente autorizado uma vez e cobrado sozinho, sem cartão. Disponível em todos os bancos desde janeiro de 2026, com uma exigência que exclui parte dos produtores: recebedor tem que ser CNPJ.
- Coprodução e split: como o dinheiro se divide antes de cair na contaQuem recebe o quê, em que momento, e o que acontece com o rateio quando a venda é reembolsada ou contestada. Com a conta feita numa venda real.
- Order bump e upsell: a diferença, e quando cada um cabeOs dois aumentam o ticket, em momentos diferentes da compra. O que muda no checkout, no risco de contestação e na conta do que sobra.
